segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A necessidade de uma Teoria de Design - O nascimento de uma teoria de design


O último post teve como intuito mostrar, utilizando-se da metodologia “caos focado” criada na IDEO, a importância da existência de uma teoria de design. Este post segue o mesmo objetivo, porém desta vez expandiremos, saindo da metodologia do “caos focado” e chegando outras metodologias e teorias (antigas e atuais) de design e criatividade.

Existem no mundo, hoje, diversas metodologias de criatividade e desenvolvimento de produtos inovadores (o “caos focado” é uma delas). Cada metodologia tem sua singularidade e abordagens distintas, tanto no quesito criatividade como no quesito realização, deixando assim um grande leque de metodologias. Essa diversidade de metodologias deixa muitas dúvidas no memento da realização de um projeto inovador, tais como: Qual escolher? Existe uma metodologia mais eficiente? Como analisar e como melhorar as metodologias atuais? Porque o “caos focado” aparentemente tem melhores resultados que outras metodologias? O “caos focado” consegue ser melhorado?

Neste artigo do Terra Fórum o autor analisa diversas metodologias mostrando pontos fortes e fracos de cada uma. Porém, o que se vê é que sem uma teoria bem formalizada de design a análise se torna qualitativa, empírica e subjetiva. Portanto até o momento (onde ainda não foi apresentada a teoria de design desenlvovida por Hatchuel e Weil) não sabemos como, nesse mar de metodologias, decidir qual usar e qual se adapta melhor à necessidade.

Para se responder essas questões de forma mais objetiva, é necessário a criação (ou design) de uma teoria de design (meta-design) que consiga explicar, medir e entender como funciona o processo de desenvolvimento de um objeto (ou produto - no caso da engenharia) e criatividade. Só assim, uma análise mais criteriosa pode ser feita nas metodologias atuais, além tornar possível melhorias em seus pontos fracos com o intuito de melhorar eficiência e eficácia do processo.

Também, no post anterior, foi exposta a tensão entre os criadores (hoje em dia ainda denominados designers) e engenheiros no processo de criação de um produto inovador. Essa tensão criada pode ser é devido ao fato das teorias atuais estudarem e ensinarem design e criatividade separadamente. “As teorias de criatividade são baseadas principalmente em teorias cognitivas e de psicologia que geralmente colocam a criatividade dependente do individuo e de fatores culturais e organizacionais” [Hatchuel e Le Masson]. Já as teorias de Design são baseadas principalmente nos modelos sistemáticos alemães (Pahl G. & Beitz W. (1977). Engineering Design) e americanos. Esses últimos têm forte relação com a teoria de solução de problemas (Herbert Simon) e se utilizam de um sistema de divisão por etapas utilizando-se de processos de otimização e cada uma delas.

Antes de falar sobre as teorias de criatividade é importante dizer que “a grande maioria das teorias de criatividade são baseadas principalmente na ação cognitiva de um individuo” [Hatchuel e Le Masson]. Diversos estudos mostram que atividades de criação e design coletivos conseguem melhores resultados que individuas (o conceito de inovação interseccional esta presente nesse contexto). Assim, o estudo da criatividade e do design coletivo é também um fator a ser estudado, porém iremos abordá-lo em outro artigo. É necessário entender como funciona a criatividade e o design no individuo antes de estendê-la para o coletivo.

“A distinção entre pensamento convergente e divergente é a raiz de todas as abordagens psicológica da criatividade. O pensamento divergente é tradicionalmente visto como a ferramenta que permite a novidade enquanto que o valor é conseguido pelo pensamento convergente” [Hatchuel e Le Masson]. Dessa forma, muitos autores sugerem uma combinação, onde o pensamento divergente viria como primeira etapa criadora de idéias (novidade) e o pensamento convergente seria uma segunda etapa realizadora (geração de valor).

O pensamento divergente é a base das metodologias de criatividade enquanto que o pensamento convergente esta na raiz do design em engenharia. Existem diversos outros estudos psicológicos e cognitivos que se baseiam no comportamento e no ambiente para a geração de idéias, mas estes serão abordados também em outro artigo.< href="http://www.terraforum.com.br/biblioteca/Documents/Idea%C3%A7%C3%A3o%20-%20T%C3%A9cnicas%20de%20produ%C3%A7%C3%A3o%20de%20id%C3%A9ias.pdf">artigo do Terra Forum o autor trás uma boa referência das técnicas de criatividade mais usadas hoje em dia.

Para ilustrar o pensamento convergente iremos utilizar como base o modelo de design sistemático Alemão. Todas as outras antigas teorias (excluindo somente a teoria de design através de mapeamento, que será analisada em outro post) têm aproximadamente o mesmo conceito e idéias presentes na teoria Alemã (a mais presente nas indústrias hoje em dia). Apesar do modelo ser realizado de maneira coletiva, é possível definir a mesma lógica para um só designer e assim definir um modelo individual (como foi proposto acima).

“O modelo de design sistemático Alemão (Pahl G. & Beitz W. (1977). Engineering Design)é classificado como um design orientado ao processo” [Hatchuel e Le Masson]. O design orientado ao processo define etapas que devem ser seguidas para concluir um objetivo de design. O modelo de design sistemático divide o processo de design em 3 etapas: funcional, conceitual e realizacional. Na etapa funcional é onde se cria as funcionalidades do produto do design. É nessa etapa onde o departamento de marketing trabalha para a criação de requisitos. A etapa conceitual é onde os engenheiros transformam os requisitos em algo real, onde se realiza protótipos e testes. A última etapa é caracterizada pela produção em massa, onde se pensa como produzir aquele protótipo em grande escala.

Essa divisão em etapas e a abordagem utilizada neste tipo de modelo orientado a processo são muito próximas (como dito antes) à famosa teoria de “Resolução de Problemas” definida por Herbert Simon. Nas palavras de Simon “teoria de design não é mais nada do que a teoria de resolução de problemas”. No seu ponto de vista, “descobrir o espaço do problema”, “ usar processos de pesquisa para gerar alternativas”, “adotar um critério que satisfaça” eram componentes comuns tanto para a teoria de design como para a teoria de resolução de problemas.

Porém, o que nos impede de dizer que o design sistemático e a teoria de resolução de problemas são teorias universais de design é que em ambas as abordagens, a identidade do objeto é conhecida e fixa, enquanto que muitos designs criativos e inovações quebram paradigmas e mudam a identidade do objeto. Por exemplo, o celular há alguns anos atrás era um aparelho para se fazer chamadas com as mesmas funções de um telefone fixo. Hoje o conceito de celular não é mais o mesmo, podemos dizer que hoje o celular é um computador móvel e que a função de chamadas é só mais uma entre suas inúmeras utilidades. Hoje vivemos em uma sociedade onde a identidade dos objetos não é mais fixa e, portanto um modelo de design sistemático não cabe mais como abordagem. É preciso expandir o conceito e englobar essa falta de identidade dos objetos.

Tentando seguir nesse caminho muitos métodos foram criados justamente para unir o pensamento convergente (teoria sistemática e teoria de resolução de problemas) e o pensamento divergente (teorias cognitivas e psicológicas). Isso, como dito um pouco antes, era realizado fazendo-se uma fase de pensamento divergente e em seguida uma fase de pensamento convergente.

Esse tipo de resolução já traz melhores resultados, porém ainda tem fraquezas. Uma delas é justamente a criação da famosa tensão entre marketing e engenharia (comentada no post anterior), onde o marketing e a engenharia estão em constante guerra sobre o que é conceito e o que é realizável. Uma abordagem um pouco mais interessante é justamente o que a IDEO propõe: uma abordagem recursiva com intenso aprendizado.

É nesse ponto que o processo “caos focado” difere das outras metodologias de design. Em cada etapa existe uma pesquisa e aprendizado. A primeira etapa consiste em “aprender com os especialistas cotidianos”. Depois o aprendizado é feito empiricamente, partir de protótipos, vendo o que pode ser realizado ou não. Por fim, eles aprendem pela avaliação dos clientes que vão dizer os pontos fortes e fracos do design proposto. A aprendizagem somada com o efeito recursivo que muda a direção do design é o grande diferencial da IDEO e de seu modelo.

Assim, uma teoria de design além de englobar, explicar a criatividade e a falta de identidade fixa dos objetos, também deve entender o papel central do aprendizado e da sua reutilização durante o processo de desenvolvimento criativo.

É por isso que muitas pesquisas em “gestão do conhecimento” (Terra Forum) acabam também falando em criatividade e inovação. O conhecimento não é um fator que inibe a criatividade, como muitas vezes se pensa, pelo contrário, ele que permite expansões maiores. O aprendizado é um dos centros da teoria de design.

No próximo post iremos mostrar superficialmente a teoria C-K (Hatchuel e Weil) e como ela engloba todos os pontos necessários à uma teoria de design descritas neste post. Mostraremos também a definição de criatividade e de inovação de acordo com a teoria e falarei um pouco dos estudos que estão sendo realizados pela Design Society com base na teoria C-K.

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10 Comentários:

Blogger Designbras disse...

Parabens diogo, tenho acompanhado seus comentarios.....qualquer dia iremos trocar algumas ideias sobre.
Apesar de trabalhar com novos conceitos e projetos de produto....me interesso muito pela parte conceitual.....tbm. pesquiso para colaborar com uma teoria para o design mais atual e consistente.
Estou tentando o mestrado....e pesquisa aborda exatamente isso, (os fatores internos e externos que influenciam o desig) sera que os fatores, modificam a sua essencia, ou representam apenas uma variaçao do campo de atuaçao?
Sera que o design esta sujeito a evoluçao conceitual ou há uma distorçao da percepçao dos fundamentos que levam a pensar numa evoluçao?
por enquanto é só. abra''cos

5 de novembro de 2009 às 16:50  
Blogger Diogo Dutra disse...

Muito Obrigado Marcelo pelo comentário. Estou aberto para qualquer tipo de debate, conversa e divagações filosóficas sobre o assunto. Estou tentando juntar o máximo de pontos de vista possíveis no intuito de não ficar preso à um só.
Eu demorei um pouco para entender o que se tratava os questionamentos que dão base à sua pesquisa, porém depois de ir ao seu blog e ler algumas vezes acredito que entendi.
Quando você diz modificar a essência do design, você tem uma noção de design fixa antes e acredito que ela esta ligado à base teórica que você teve na faculdade de design. Estou correto? Essa noção de design, qual seria? algo estético e funcional?
Eu tive dificuldade para entender pois o meu conceito de design já esta bem mais amplo, onde eu posso dizer que um engenheiro é um desiner, ele constrói, ele cria. O conceito de design que hoje emerge é justamente o conceito de concepção de objetos. No caso, realmente isso engloba muitas áreas do conhecimento e força uma interação entre elas.
Não sei se entendi corretamente, me corrija caso eu disse algo errado.
Também estou com possíveis planos de continuar essa minha pesquisa em um mestrado, mas preciso no momento finalizar a escola de engenharia para pensar na próxima etapa.
Obrigado novamente pelo comentário.
Abraços

7 de novembro de 2009 às 01:57  
Blogger Designbras disse...

Este comentário foi removido pelo autor.

7 de novembro de 2009 às 09:07  
Blogger Designbras disse...

Diogo.....me desculpe, acho que nao consegui me expressar bem. Minhas ideias sobre design, vao muito alem de configuraçao ou concepçao de objetos materiais ou virtuais.....inclusive....acho que os objetos sao apenas o resultado da expressao do design, e nao o design em si.
Aquele resumo que esta no meu blog, faz parte do projeto de pesquisa e foi colocado com total imparcialidade, levantando questoes, para fazer pensar e nao para impor uma nova teoria.
A palavra "essencia" usada no texto, representa exatamente a visao reducionista "oficial" que ainda persiste....e que prejudica de certa forma, uma noçao mais abrangente sobre o significado e a designaçao do design.
O projeto trata de duas coisas distinta, ou seja, a designaçao e amplitude do campo de atuaçao do design.
Pretendo postar ate amanha, alguns textos da pesquisa. Acho que ficara mais claro meu ponto de vista a respeito.
Diogo...até onde consegui chegar, Design, é um instinto natural, um principio da natureza....esta em todas as especies e vai muito além da concepçao de objetos materiais e virtuais. Esta mais ligada ao processo de concepçao e nao aos objetos propriamente dito....portanto.....qualquer coisa que se possa ser pensada, idealizada ou projetada, é design.
O problema, é tornar algo tao abrangente em uma teoria disciplinar. A plasticidade do design dificulta esta tarefa.
No contemporaneo.....as dimensões dos objetos, ferramentas, identidade, unicidade, essencia, area de atuaçao sao extremamentes dinamicas.
Na verdade, em ultima instancia, o design, não possui área, indentidade, objetos, ferramentas.
Todas essas coisas, são herança de uma percepçao antiga, equivocada separatista. Atualmente começa-se valorizar o multiplo, o heterogeneo. O multiplo é o alavancador, embora padrões de regularidade devam existir para garantia mínima de codificação /recodificação. Tem que haver, para que a comunicação se estabeleça.
É o conjunto que faz a diferença.

7 de novembro de 2009 às 09:10  
Blogger Designbras disse...

Continuaçao do comentario anterior.......
Por isso, o design surgiu e começou ter mais evidencia e importancia. O design acabou por evidenciar a dualidade atual, ou seja, transdiciplinaridade e interdependencia. A importancia do design esta em estabelecer conecçao, tipo agente articulador, comunicador, que facilita o nascimento e expressividade das ideias.
Ele nao é o protagonista, ou o astro da situaçao. Ele é o resultado da intersecçao das partes que facilita a comunicaçao e articulaçao das ideias. Lembra-se da teoria dos conjuntos...."intersecçao". Por isso, o design parece estar em todas as coisas e em todas as áreas.
Ele aparece quando há intençao. É Dinamico. Não há uma área estatica e ampla! Entendeu a diferença.
Uns dos grandes problemas que percebi nas discussões sobre design, é que sempre recaem sobre a configuraçao de objetos materiais ou virtuais e o limite do campo de atuaçao.
Modestamente, pelo que consegui apreender, nestes anos, é que a discussão esta muito alem disso de objetos. A propria materialidade dos objetos pode ser questionada.
O futuro da interaçao entre tecnologia e design reserva muitas surpresas....ao inves de produçao em serie....projeçao em serie.....idealizaçao em serie!
Pra que reduzir a atuaçao do design a objetos?
Será que ao inves de pensar em uma cama ou qualquer aparelho hospitalar eu posso pensar em um plano hibrido de saude, ou um novo tipo de atendimento, etc....!
Bom......amanha prentendo colocar alguns textos sobre o assunto.
Mas, sintetizando, o meu projeto de pesquisa pretende exatamente estudar os fatores internos e externos que influenciam o design e saber até que ponto essas influencias.....podem representar uma evoluçao conceitual do design...! Eu digo isso, por que ha muitissimas pessoas e instituiçoes, que nao acreditam numa evoluçao do design. Pra eles, não há necessidade de uma nova e ampla teoria para o design. Estas controversias ou necessidades, segundo eles, fazem parte daqueles que nao conhecem ou nao entenderam os fundamentos do design.
Espero que eu tenha tenha me comunicado melhor.
No mestrado, nossa pesquisa tende a estudar e nao propor tese. No doutorado vc vai ter oportunidade de poder propor o resultado das suas pesquisas e estudos.
Torço para que vc tenha sucesso.

Um grande abraço......tenho acompanhado seu blog....e acho muito bom......!

7 de novembro de 2009 às 09:10  
Blogger Diogo Dutra disse...

Muito bom seu comentário Marcelo e todos os pontos abordados vem totalmente ao encontro do que venho estudando e de tudo que venho lendo!

Ainda não li seu post no blog, mas lerei em breve e os comentário pertinentes à ele eu comentarei no seu blog mesmo, ok?

Vou dividir meu comentário agora em 3 partes:
- O primeiro falando de um ponto muito interessante que você colocou sobre o design como "processo de concepção"
- O segundo sobre exemplos da atuação do design não so como concepção de objetos.
- O terceiro sobre a questão da Tese.

10 de novembro de 2009 às 02:08  
Blogger Diogo Dutra disse...

Processo de concepção:

Todos os pontos que você colocou vem totalmente ao encontro de tudo que eu venho lendo sobre "Design Teory" e sobre a teoria CK, desenvolvida na école de Mines, que tive o privilegio de estudar esse ano.

Você disse "qualquer coisa que possa ser pensada, projetada é design". Concordo plenamente e o mais interessante é que você utilizou o substantivo "coisa" que é exatamente o mesmo termo que é dado em um artigo científico de pesquisadores japoneses sobre a criatividade e o insight [Y.Nagano and T.Taura]. (Infelismente não encontrei o artigo, mas assim que chegar em casa eu lhe envio o link)

Outro ponto que agora eu gostaria de fazer uma reflexão é sobre o que você colocou sobre a dificuldade de formar uma teoria disciplinar devido a abrangência que o design mostra ter.
Não é justamente a idéia de "processo de concepção" a idéia de design? Independentemente da áreas de atuação, os processos não apresentam semelhanças? Não é possível então criar um "framework" de forma tão abstrata a ponto de representar e explicar o processo de design independentemente da área?
Eu não tenho base ainda suficiente, porém, até onde eu li e o quanto eu entendi, é exatamente essa proposta da SIG - Design Teory da Design Society. E aparentemente a teoria CK (que colocarei superficialmente no próximo post) vê como uma forte candidata à preencher esses quesitos.

10 de novembro de 2009 às 02:31  
Blogger Diogo Dutra disse...

Exemplos da atuação do design:

So para tentar completar os exemplos que você deu sobre possíveis designs fora da idéia de concepção de objetos eu queria colocar 2 exemplo muito interessantes e queria saber se eu realmente entendi o que você queria passar.

O dois têm uma certa ligação. O primeiro foi dado por um professor da FGV (Chu S. Yong) que falava sobre inovação utilizando mapas mentais. Ele estendeu a utilização dos mapas de uma forma que me impressionou, pois em seus cursos ele utiliza os mapas mentais para fazer, em um primeiro momento a cartografia da vida de uma pessoa e em um segundo momento para fazer um novo design da vida dela.

Ou seja, o design pode ser uma ferramenta de trabalho psicológico.

O segundo exemplo é comigo, pois eu me utilizei do design para fazer o design da minha vida presente e futura, organizando meus objetivos e etapas para alcança-las.

Fazer o design da sua vida, da sua organização pessoal.

10 de novembro de 2009 às 02:41  
Blogger Diogo Dutra disse...

Tese:

Acho que eu me expressei mal quando disse que continuaria minha pesquisa em uma possível tese de mestrado.
Realmente no mestrado não se passa de um estudo e é isso que eu quis dizer, pois no momento eu venho lendo muitos estudos e pesquisas e gostaria de continuar neste caminho.

Mas como eu disse, ainda falta um certo tempo. Preciso decidir muitas coisas e um possível mestrado é uma delas.

Muito Obrigado pelo comentário Marcelo e pelos esclarecimentos do primeiro post. Acredito muito que eu estou estudando uma linha de pesquisa muito boa pois toda vez que eu me deparo com pessoas que falam sobre o novo design eu consigo confirmar ainda mais as afirmações e as convicções.
Irei ler o seu post e comentarei também. Espero postar meu ultimo artigo da serie o mais rápido possível, assim depois meus artigos na seqüencia poderão analisar os processos de design com a ótica da teoria.

Grande Abraço.

10 de novembro de 2009 às 02:49  
Blogger Designbras disse...

Este comentário foi removido pelo autor.

11 de novembro de 2009 às 10:58  

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